O Visto D8 permite que trabalhadores remotos e nômades digitais morem legalmente em Portugal, com caminho à residência permanente e à cidadania. O NômadeFácil já tem o fluxo completo do D8: checklist, validação por IA e prazos.
Comprovação de vínculo remoto (contrato, empresa própria ou freelance) com renda média de pelo menos €3.680/mês nos últimos 3 meses, de fonte fora de Portugal.
Extratos dos últimos 3 meses mostrando a renda recorrente.
Contrato de arrendamento de pelo menos 12 meses (ou escritura, ou declaração de quem aloja) — hotel e Airbnb não bastam. A AIMA exige na residência; a plataforma pede antes, por segurança.
Certidão da Polícia Federal emitida há no máximo 30 dias, apostilada (não precisa de tradução). Morou mais de 1 ano em outro país? A de lá também, traduzida. E o pedido de consulta do registo criminal português.
Seguro de viagem com despesas médicas, urgência e repatriamento, ou o certificado PB4 (gratuito, acordo Brasil–Portugal) — recomendamos cobertura de €30.000.
Número de Identificação Fiscal português e o Atestado de Residência Fiscal da Receita Federal. Também vão a carta de intenção e 2 fotos com fundo branco.
Informações de órgãos oficiais, atualizadas para 2026 (o requisito de renda acompanha o salário mínimo português, reajustado todo janeiro). Valores e regras podem mudar — confirme junto ao consulado de Portugal no momento da aplicação. O NômadeFácil organiza e valida seu dossiê; não presta consultoria jurídica.
Checklist do D8 montado para o seu caso, validação de cada documento por IA, o dossiê organizado num lugar só e o acompanhamento de prazos — tudo adaptado às exigências de Portugal. Já está no ar: dá para começar hoje.
Ver planosO fluxo do D8 está disponível na plataforma: você escolhe Portugal no cadastro e recebe o checklist, os prazos e a validação de documentos já com os critérios de lá.